Desafio 4
Estranha realidade
Material necessário:
Papel
Caneta
Inspiração:
Josefa é empregada de limpeza. Como de costume, à segunda feira de manhã, limpa o estúdio do menino Pedro, que "estuda para arquitecto".
Esta manhã deparou-se com uma estranha realidade: debaixo da almofada, da sua cama de solteiro, encontrou um colar de pérolas e um ovo cozido.
Exercício:
Um colar de pérolas e um ovo cozido debaixo de uma almofada... ora aí está uma situação bizarra!
Mas é precisamente com base nesta bizarra realidade que vais escrever um pequeno texto, onde deverão ainda figurar as palavras analfabeto e porco-espinho.
in, desafio: escrever
Estranha realidade
Material necessário:
Papel
Caneta
Inspiração:
Josefa é empregada de limpeza. Como de costume, à segunda feira de manhã, limpa o estúdio do menino Pedro, que "estuda para arquitecto".
Esta manhã deparou-se com uma estranha realidade: debaixo da almofada, da sua cama de solteiro, encontrou um colar de pérolas e um ovo cozido.
Exercício:
Um colar de pérolas e um ovo cozido debaixo de uma almofada... ora aí está uma situação bizarra!
Mas é precisamente com base nesta bizarra realidade que vais escrever um pequeno texto, onde deverão ainda figurar as palavras analfabeto e porco-espinho.
in, desafio: escrever
Estranha realidade
Josefa é empregada de limpeza. Como de costume, à segunda-feira de manhã, limpa o estúdio do menino Pedro, que “estuda para arquitecto”.
Esta manhã deparou-se com uma estranha realidade: debaixo da almofada, da sua cama de solteira, encontrou um colar de pérolas e um ovo cozido.
Tudo aquilo parecia uma espécie de macumba qualquer ou bruxaria mas Josefa nem ligou e continuou o seu dia como se não fosse nada. Porém havia qualquer coisa errada nela naquele dia, algo parecia não estar bem mas Josefa não conseguia entender o quê…
Até que algo de muito estranho aconteceu. O menino Carlinhos passou a correr e ouviu-se no andar de cima um enorme estrondo. A jarra italiana da mãe tinha-se partido, E agora?! Que desastre!
Josefa foi lá a cima a correr e quando lá chegou estava tudo intacto, nada partido, nada desarrumado, tudo certinho e direitinho. Que coisa estranha, Josefa não entendia o que se passava não conseguia perceber o porquê de tudo estar a acontecer. Foi continuando o seu dia e mais coisas insólitas aconteceram. O menino Carlinhos estava no jardim o começou aos gritos a dizer que tinha caído, Josefa de imediato foi lá abaixo. Desceu três andares a correr e quando chegou ao pé do menino Carlinhos ele não tinha nada, estava sentado a brincar no jardim como se nada fosse. Josefa ficava cada vez mais confusa.
Mais tarde percebeu o que lhe estava a acontecer, quando estava a limpar uma estante e tocou numa mesa que tinha um jarro de água. Quando o jarro caiu ao chão ela olhou para o jarro e ele levitou do chão de novo para a mesa, com a água dentro e intacto. Josefa nem queria acreditar, todo aquele dia estava muito estranho para ela, só estavam a acontecer coisas fora do normal.
Até que o impossível aconteceu, o sonho dela tornou-se realidade Josefa era agora uma actriz na sua novela predilecta, o que tinha sido sempre o seu sonho. Foi então que ela entendeu que aquilo que parecia uma macumba debaixo da almofada lhe tinha dado todos os poderes que ela tinha agora. Josefa, sem saber tinha o poder de fazer acontecer tudo aquilo em que pensa. Foi algo extraordinário que fez dela uma mulher estranha mas bem sucedida, com tudo na vida e também com muita inveja.
Essa inveja atingiu o seu auge no dia em que a desconhecida velha bruxa, que lhe pôs tudo aquilo debaixo da almofada, lhe tirou o que de mais valioso Josefa tinha, não os poderes mas a vida.
Da forma mais dramática e mais macabra que podia haver, Josefa foi encontrada no meio dum bosque por um lenhador analfabeto, pendurada numa árvore pelos pés, já sem a cabeça, que já tinha rebolado por entre as silvas, para longe, e cheia de cicatrizes, como se tivesse sido esquartejada. O lenhador aproximou-se da cabeça da senhora para reconhecê-la e, nesse instante, saiu um porco-espinho de dentro da sua cabeça! Todo ensanguentado, parecia um animal demoníaco, uma imagem que ninguém esqueceria, de tão macabra. O seu corpo tinha sido torturado, o que não se desejaria a ninguém, nem ao pior inimigo. E assim terminou a triste história de Josefa, uma senhora que um dia acordou com objectos estranhos na almofada e acabou morta e enterrada!
Josefa é empregada de limpeza. Como de costume, à segunda-feira de manhã, limpa o estúdio do menino Pedro, que “estuda para arquitecto”.
Esta manhã deparou-se com uma estranha realidade: debaixo da almofada, da sua cama de solteira, encontrou um colar de pérolas e um ovo cozido.
Tudo aquilo parecia uma espécie de macumba qualquer ou bruxaria mas Josefa nem ligou e continuou o seu dia como se não fosse nada. Porém havia qualquer coisa errada nela naquele dia, algo parecia não estar bem mas Josefa não conseguia entender o quê…
Até que algo de muito estranho aconteceu. O menino Carlinhos passou a correr e ouviu-se no andar de cima um enorme estrondo. A jarra italiana da mãe tinha-se partido, E agora?! Que desastre!
Josefa foi lá a cima a correr e quando lá chegou estava tudo intacto, nada partido, nada desarrumado, tudo certinho e direitinho. Que coisa estranha, Josefa não entendia o que se passava não conseguia perceber o porquê de tudo estar a acontecer. Foi continuando o seu dia e mais coisas insólitas aconteceram. O menino Carlinhos estava no jardim o começou aos gritos a dizer que tinha caído, Josefa de imediato foi lá abaixo. Desceu três andares a correr e quando chegou ao pé do menino Carlinhos ele não tinha nada, estava sentado a brincar no jardim como se nada fosse. Josefa ficava cada vez mais confusa.
Mais tarde percebeu o que lhe estava a acontecer, quando estava a limpar uma estante e tocou numa mesa que tinha um jarro de água. Quando o jarro caiu ao chão ela olhou para o jarro e ele levitou do chão de novo para a mesa, com a água dentro e intacto. Josefa nem queria acreditar, todo aquele dia estava muito estranho para ela, só estavam a acontecer coisas fora do normal.
Até que o impossível aconteceu, o sonho dela tornou-se realidade Josefa era agora uma actriz na sua novela predilecta, o que tinha sido sempre o seu sonho. Foi então que ela entendeu que aquilo que parecia uma macumba debaixo da almofada lhe tinha dado todos os poderes que ela tinha agora. Josefa, sem saber tinha o poder de fazer acontecer tudo aquilo em que pensa. Foi algo extraordinário que fez dela uma mulher estranha mas bem sucedida, com tudo na vida e também com muita inveja.
Essa inveja atingiu o seu auge no dia em que a desconhecida velha bruxa, que lhe pôs tudo aquilo debaixo da almofada, lhe tirou o que de mais valioso Josefa tinha, não os poderes mas a vida.
Da forma mais dramática e mais macabra que podia haver, Josefa foi encontrada no meio dum bosque por um lenhador analfabeto, pendurada numa árvore pelos pés, já sem a cabeça, que já tinha rebolado por entre as silvas, para longe, e cheia de cicatrizes, como se tivesse sido esquartejada. O lenhador aproximou-se da cabeça da senhora para reconhecê-la e, nesse instante, saiu um porco-espinho de dentro da sua cabeça! Todo ensanguentado, parecia um animal demoníaco, uma imagem que ninguém esqueceria, de tão macabra. O seu corpo tinha sido torturado, o que não se desejaria a ninguém, nem ao pior inimigo. E assim terminou a triste história de Josefa, uma senhora que um dia acordou com objectos estranhos na almofada e acabou morta e enterrada!
______________________________________ Alexandre Dias
A desastrada
Dona Josefa é empregada de limpeza. Alta, muito fina, nem parece uma empregada! Com colares de pérolas, muito pintada, trabalha na casa do menino David. Como é costume, ela vai fazer limpeza nas quartas e nas sextas-feiras à tarde para a casa do David. Este estuda Desporto, mas não tem muito futuro porque é um pouco analfabeto e distraído.
Na quarta-feira de tarde, Josefa foi fazer limpeza e, ao entrar no quarto do David, assustou-se ao ver um vulto debaixo da cama do menino. De repente ela saltou para cima da cama a gritar muito, parecia muito alterada. Só passado algum tempo é que se acalmou e desceu-se da cama. Quando fez isso o porco-espinho sai debaixo da cama e ficou deitado no tapete. Ela ao meter os pés no tapete não reparou e esmagou o bicho. O David ao ver aquele trabalho não ficou muito satisfeito com a empregada por ela ter feito o que fez. Teve muita pena do seu bicho de estimação a quem dava ovo cozido e outras comidas de que ele gostava.
_____________________________________ J. Nunes
Dona Josefa é empregada de limpeza. Alta, muito fina, nem parece uma empregada! Com colares de pérolas, muito pintada, trabalha na casa do menino David. Como é costume, ela vai fazer limpeza nas quartas e nas sextas-feiras à tarde para a casa do David. Este estuda Desporto, mas não tem muito futuro porque é um pouco analfabeto e distraído.
Na quarta-feira de tarde, Josefa foi fazer limpeza e, ao entrar no quarto do David, assustou-se ao ver um vulto debaixo da cama do menino. De repente ela saltou para cima da cama a gritar muito, parecia muito alterada. Só passado algum tempo é que se acalmou e desceu-se da cama. Quando fez isso o porco-espinho sai debaixo da cama e ficou deitado no tapete. Ela ao meter os pés no tapete não reparou e esmagou o bicho. O David ao ver aquele trabalho não ficou muito satisfeito com a empregada por ela ter feito o que fez. Teve muita pena do seu bicho de estimação a quem dava ovo cozido e outras comidas de que ele gostava.
_____________________________________ J. Nunes
Estranha realidade
António José Ferreira, agricultor de nascença, vive numa aldeia perto de uma outra, junto a Portalegre. Ele e sua mulher Josefina, ambos analfabetos, têm uma horta onde cultivam os seus legumes e onde têm os seus animais.
Certo dia recebem uma carta para irem à cidade, a uma consulta no hospital. António diz que é para ir receber um porco-espinho mas nenhum deles sabe ler e então gera-se uma grande confusão!
Partem os dois para a cidade, onde vão à procura do seu suposto prémio. António pergunta a um senhor que passa, onde pode receber o porco-espinho e mostra-lhe a carta. Esse senhor lê a carta e diz-lhe que não é para receber nenhum porco-espinho mas para se dirigir ao Hospital. O casal dirige-se então ao Hospital onde o médico lhes diz que não podem comer carne de porco. De volta a casa, António José e Josefina Maria encontram o seu filho, Pedro Manuel, a brincar com um colar de pérolas, tirado à sua falecida avó no dia do seu funeral, ao mesmo tempo que comia um ovo cozido, ou melhor, cru.
Sua mãe pergunta-lhe onde foi ver do ovo que estava a comer, ao que ele responde:
-Tirei-o do rabo do porco-espinho que ganhei.
António José Ferreira, agricultor de nascença, vive numa aldeia perto de uma outra, junto a Portalegre. Ele e sua mulher Josefina, ambos analfabetos, têm uma horta onde cultivam os seus legumes e onde têm os seus animais.
Certo dia recebem uma carta para irem à cidade, a uma consulta no hospital. António diz que é para ir receber um porco-espinho mas nenhum deles sabe ler e então gera-se uma grande confusão!
Partem os dois para a cidade, onde vão à procura do seu suposto prémio. António pergunta a um senhor que passa, onde pode receber o porco-espinho e mostra-lhe a carta. Esse senhor lê a carta e diz-lhe que não é para receber nenhum porco-espinho mas para se dirigir ao Hospital. O casal dirige-se então ao Hospital onde o médico lhes diz que não podem comer carne de porco. De volta a casa, António José e Josefina Maria encontram o seu filho, Pedro Manuel, a brincar com um colar de pérolas, tirado à sua falecida avó no dia do seu funeral, ao mesmo tempo que comia um ovo cozido, ou melhor, cru.
Sua mãe pergunta-lhe onde foi ver do ovo que estava a comer, ao que ele responde:
-Tirei-o do rabo do porco-espinho que ganhei.
___________________________________ Diogo Assunção
Gostei do teu texto apesar de ter que fazer algumas alterações. É um texto absurdo e cómico.
Josefa
Josefa é empregada de limpeza. Como de costume, à segunda-feira de manhã, limpa o estúdio do menino Pedro, que “estuda para arquitecto”.
Esta manhã deparou-se com uma estranha realidade: debaixo da almofada, da sua cama de solteira, encontrou um colar de pérolas e um ovo cozido.
Sem saber o que se passava nem o que pensar, perguntou ao menino Pedro que não lhe respondeu, tendo ela ficado ainda mais curiosa. O menino Pedro acabou de tomar o pequeno-almoço e saiu para as aulas. Josefa estava a achar tudo aquilo muito bizarro. Acabou as limpezas no estúdio e foi falar com os pais de Pedro, para ver se sabiam de alguma coisa mas eles nada sabiam.
Na semana seguinte, estava outro ovo debaixo da almofada. Josefa perguntou ao menino Pedro e ele voltou a dizer que não sabia. Foi então que Josefa insistiu: “Mas o menino tinha um colar e um ovo cozido debaixo da almofada”. O menino Pedro respondeu-lhe que não era analfabeto e que sabia o que era.
Horas depois o menino aproximou-se de Josefa pedindo-lhe desculpas pelos seus modos e disse-lhe a verdade: tinha um porco-espinho escondido no quarto que gostava muito de brincar com o colar de pérolas e comer ovos cozidos. Pedro não queria que os pais soubessem para não ficar sem o animal e por isso fez tudo aquilo. Josefa ficou bem mais descansada e já não pensava que o menino tinha perdido o juízo.
____________________________________ David Vivas
Gostei do teu texto apesar de ter que fazer algumas alterações. É um texto absurdo e cómico.
Josefa
Josefa é empregada de limpeza. Como de costume, à segunda-feira de manhã, limpa o estúdio do menino Pedro, que “estuda para arquitecto”.
Esta manhã deparou-se com uma estranha realidade: debaixo da almofada, da sua cama de solteira, encontrou um colar de pérolas e um ovo cozido.
Sem saber o que se passava nem o que pensar, perguntou ao menino Pedro que não lhe respondeu, tendo ela ficado ainda mais curiosa. O menino Pedro acabou de tomar o pequeno-almoço e saiu para as aulas. Josefa estava a achar tudo aquilo muito bizarro. Acabou as limpezas no estúdio e foi falar com os pais de Pedro, para ver se sabiam de alguma coisa mas eles nada sabiam.
Na semana seguinte, estava outro ovo debaixo da almofada. Josefa perguntou ao menino Pedro e ele voltou a dizer que não sabia. Foi então que Josefa insistiu: “Mas o menino tinha um colar e um ovo cozido debaixo da almofada”. O menino Pedro respondeu-lhe que não era analfabeto e que sabia o que era.
Horas depois o menino aproximou-se de Josefa pedindo-lhe desculpas pelos seus modos e disse-lhe a verdade: tinha um porco-espinho escondido no quarto que gostava muito de brincar com o colar de pérolas e comer ovos cozidos. Pedro não queria que os pais soubessem para não ficar sem o animal e por isso fez tudo aquilo. Josefa ficou bem mais descansada e já não pensava que o menino tinha perdido o juízo.
____________________________________ David Vivas
Estranha Realidade
Josefa ao reparar naquela estranha realidade deixou o colar de pérolas e o ovo cozido no mesmo sítio. Quando o menino Pedro chegou a casa perguntou-lhe para que servia aquilo debaixo da sua almofada. Ele respondeu que Josefa não tinha nada a ver com aquilo e que era uma analfabeta e não passava de uma empregada que nem comida sabia dar a um porco-espinho.
Josefa, aterrorizada com a resposta do menino Pedro, vai falar com os pais deste e conta-lhes o que se tinha passado. Quando os pais falaram com o rapaz estranharam a sua reacção porque ele tinha-se transformado em algo que não era. Deixou de estudar arquitectura e de se dar com os seus amigos de infância, tendo começado a isolar-se com grupos de pessoas que faziam magia negra.
Pedro desapareceu de casa, três dias depois de a sua empregada ter descoberto os estranhos objectos debaixo da sua almofada. Tudo isto se passou há quinze anos atrás e Pedro nunca mais foi encontrado. Todas as semanas encontram, no seu quarto, debaixo da sua almofada,um colar de pérolas e um ovo cozido que são retirados quando aparecem. A sua empregada e os seus pais deixaram de falar para sempre. Autoridades e especialistas estudaram esta estranha realidade e nunca ninguém conseguiu descobrir nem perceber o que se tinha passado com Pedro.
Josefa ao reparar naquela estranha realidade deixou o colar de pérolas e o ovo cozido no mesmo sítio. Quando o menino Pedro chegou a casa perguntou-lhe para que servia aquilo debaixo da sua almofada. Ele respondeu que Josefa não tinha nada a ver com aquilo e que era uma analfabeta e não passava de uma empregada que nem comida sabia dar a um porco-espinho.
Josefa, aterrorizada com a resposta do menino Pedro, vai falar com os pais deste e conta-lhes o que se tinha passado. Quando os pais falaram com o rapaz estranharam a sua reacção porque ele tinha-se transformado em algo que não era. Deixou de estudar arquitectura e de se dar com os seus amigos de infância, tendo começado a isolar-se com grupos de pessoas que faziam magia negra.
Pedro desapareceu de casa, três dias depois de a sua empregada ter descoberto os estranhos objectos debaixo da sua almofada. Tudo isto se passou há quinze anos atrás e Pedro nunca mais foi encontrado. Todas as semanas encontram, no seu quarto, debaixo da sua almofada,um colar de pérolas e um ovo cozido que são retirados quando aparecem. A sua empregada e os seus pais deixaram de falar para sempre. Autoridades e especialistas estudaram esta estranha realidade e nunca ninguém conseguiu descobrir nem perceber o que se tinha passado com Pedro.
_________________________________________ J. F.
Gostei . Muito enigmático
Gostei . Muito enigmático
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