Desafio 10
Telegrama
Material necessário:
Papel,Caneta
Exercício:
O contexto é o mesmo do exercício anterior, Carta de Despedida. A diferença é que, agora, tudo se precipitou e não houve tempo para uma longa carta de despedida. Chegado ao destino, envias um telegrama com explicações. O telegrama deverá ter no máximo 15 palavras.
in, desafio: escrever
Telegrama
Venho despedir-me através de telegrama. Fui-me embora porque não gosto de ti.
Adeus
__________________________________ Diogo Assunção
Gravura japonesa
Conta-me contos, ama
Não sei, ama, onde era.
Nunca o saberei...
Sei que era Primavera
E o jardim do rei...
(Filha, quem o soubera!...)
Que azul tão azul tinha
Ali o azul do céu!
Se eu não era a rainha,
Porque era tudo meu?
(Filha, quem o adivinha?)
E o jardim tinha flores
De que não me sei lembrar...
Flores de tantas cores...
Penso e fico a chorar...
(Filha, os sonhos são dores...)
Qualquer dia viria
Qualquer coisa fazer
Toda aquela alegria
Mais alegria nascer
(Filha, o resto é morrer...)
Conta-me contos, ama...
Todos os contos são
Esse dia, e jardim e a dama
Que eu fui nessa solidão...
Fernando Pessoa
Olá meninos!
Todos gostam de ouvir contar histórias. E contá-las deve ser tão antigo como ter uma criança ao colo...
O que vos proponho aqui é que juntem as palavras para fabricar histórias.
Porém, não deixo a inspiração a vosso cargo, lanço-vos antes um desafio!
Na verdade, fui buscar a ideia a uma autora, Marta Tê, que escreveu um livro/bloco de notas cujo título era, justamente, Desafio: Escrever! . A autora lançava temas e, no final de tais exercícios de escrita, estaríamos aptos a escrever um conto ou uma novela.
Vou apresentar os desafios desta autora (espero não ser processada) na esperança de que os aceitem.
Pensaremos depois na publicação das vossas obras. Se não for possível, sempre podemos reconfortar-nos com os ouvidos atentos de uma criança. Haja criatividade e inspiração!
Helena
Não sei, ama, onde era.
Nunca o saberei...
Sei que era Primavera
E o jardim do rei...
(Filha, quem o soubera!...)
Que azul tão azul tinha
Ali o azul do céu!
Se eu não era a rainha,
Porque era tudo meu?
(Filha, quem o adivinha?)
E o jardim tinha flores
De que não me sei lembrar...
Flores de tantas cores...
Penso e fico a chorar...
(Filha, os sonhos são dores...)
Qualquer dia viria
Qualquer coisa fazer
Toda aquela alegria
Mais alegria nascer
(Filha, o resto é morrer...)
Conta-me contos, ama...
Todos os contos são
Esse dia, e jardim e a dama
Que eu fui nessa solidão...
Fernando Pessoa
Olá meninos!
Todos gostam de ouvir contar histórias. E contá-las deve ser tão antigo como ter uma criança ao colo...
O que vos proponho aqui é que juntem as palavras para fabricar histórias.
Porém, não deixo a inspiração a vosso cargo, lanço-vos antes um desafio!
Na verdade, fui buscar a ideia a uma autora, Marta Tê, que escreveu um livro/bloco de notas cujo título era, justamente, Desafio: Escrever! . A autora lançava temas e, no final de tais exercícios de escrita, estaríamos aptos a escrever um conto ou uma novela.
Vou apresentar os desafios desta autora (espero não ser processada) na esperança de que os aceitem.
Pensaremos depois na publicação das vossas obras. Se não for possível, sempre podemos reconfortar-nos com os ouvidos atentos de uma criança. Haja criatividade e inspiração!
Helena
05 julho, 2009
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